sábado , 18 abril 2026
Início Economia Disputa judicial no Riviera Park Hotel barra entrada de hóspedes e envolve polícia em Caldas Novas
Economia

Disputa judicial no Riviera Park Hotel barra entrada de hóspedes e envolve polícia em Caldas Novas

170

A briga judicial entre proprietários do Riviera Park Hotel, em Caldas Novas (GO), e a administradora WAM Riviera Administração Hoteleira ganhou novo capítulo com o impedimento de entrada de hóspedes e convidados negociados diretamente com os donos dos flats. O episódio ocorreu na quarta-feira (19/11), véspera de feriado prolongado, quando turistas e familiares foram barrados pela administração, que exigiu novos procedimentos para aprovação de hospedagens. Segundo relatos de uma proprietária, a mudança incluiu a obrigatoriedade de envio de documentos com pelo menos três dias úteis de antecedência, o que pegou de surpresa quem já havia agendado estadias. A situação gerou caos e constrangimento, culminando na acionamento da Polícia Militar de Goiás para acalmar os ânimos, com relatos de pessoas vindas de longe sendo obrigadas a deixar o local sem acesso aos apartamentos.

Em defesa, a WAM afirmou em nota que não proibiu acessos arbitrariamente, mas identificou inconsistências documentais e violações judiciais em mais de 280 unidades, que proíbem locações de curto prazo fora do sistema autorizado, evitando o chamado “pool paralelo”. A empresa destacou que as medidas visam proteger proprietários que seguem a convenção condominial e garantir a legalidade das operações, reforçando controles para cumprir decisões judiciais. O impasse ocorreu um dia após o Tribunal de Justiça de Goiás revogar uma liminar e autorizar a Assembleia Geral Extraordinária (AGE) para votar a destituição da administradora, convocada pelo Conselho Consultivo e Fiscal dos proprietários devido à reprovação de contas e alegações de má administração.

A batalha judicial remonta a 2024, quando proprietários acusaram a WAM de limitar a liberdade de aluguel dos flats, obrigando-os a aderir ao sistema pool da empresa, o que a administradora nega, alegando proibição apenas de explorações irregulares. A AGE, prevista para 25 de novembro, segue em disputa, com a WAM questionando a validade da data no Judiciário, argumentando que a decisão judicial não autorizou uma nova assembleia. Proprietários relatam descobertas de irregularidades que escalaram o conflito, destacando a necessidade de deliberação coletiva para resolver os rumos do condomínio.

Conteúdo relacionado

Edifícios de bancos em São Paulo representando aquisição de ativos entre Itaú Unibanco e BRB.
Distrito FederalEconomia

Itaú Unibanco confirma compromisso de subsidiária para aquisição de ativos do BRB

O Itaú Unibanco confirmou na quarta-feira, 15 de abril de 2026, que...

Edifícios financeiros em Brasília simbolizando negociação de aquisição de ativos do Banco Master pelo BRB.
Distrito FederalEconomia

Fundo de investimento negocia aquisição de ativos do Banco Master por até R$ 15 bilhões do BRB

Um fundo de investimento está negociando a aquisição de parte dos ativos...

Fachada da Câmara Legislativa do DF sob céu nublado, simbolizando lei contra exclusão de idosos e preconceito persistente.
Distrito FederalEconomiaPolítica

Câmara Legislativa aprova lei contra exclusão de idosos no DF, mas preconceito persiste

No Distrito Federal, a aprovação do Projeto de Lei nº 2.482/2022 pela...

Lula se reuniu com três ministros nesta segunda Ricardo Stuckert / PR- 2.04.2026
EconomiaPolítica

Lula discute endividamento familiar e preços de combustíveis com ministros

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reuniu-se com ministros na última...