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Alexandre de Moraes agenda julgamento de embargos de PMs do 8 de janeiro para fevereiro

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Edifício do STF em Brasília, representando julgamento de embargos de PMs pelo 8 de janeiro.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, marcou para fevereiro de 2026 o julgamento de embargos de declaração apresentados por policiais militares condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023. A análise ocorrerá em sessão virtual da Corte, entre os dias 13 e 24 de fevereiro, em Brasília. Essa decisão representa um novo capítulo no processo judicial relacionado aos eventos que abalaram a democracia brasileira.

Detalhes do julgamento

A sessão virtual permitirá que os embargos de declaração sejam examinados pela Corte do STF de forma remota. Esses recursos buscam esclarecer pontos obscuros ou omissos nas decisões anteriores, sem alterar o mérito das condenações. Alexandre de Moraes, relator dos casos, determinou o cronograma para garantir a continuidade do julgamento.

Contexto dos atos de 8 de janeiro

Os policiais militares em questão foram condenados por envolvimento nos atos de 8 de janeiro de 2023, quando manifestantes invadiram as sedes dos Três Poderes em Brasília. As condenações ocorreram em processos no STF, que investigou e puniu participantes dos eventos. Os embargos de declaração representam uma etapa processual para revisão de aspectos formais das sentenças.

Importância para o STF

A Corte do STF, sob a relatoria de Alexandre de Moraes, tem atuado de forma ativa nos casos relacionados ao 8 de janeiro. Essa sessão virtual de fevereiro de 2026 reforça o compromisso da instituição com a agilidade nos julgamentos. A análise dos embargos pode influenciar futuras decisões em processos semelhantes, mantendo o foco na preservação das instituições democráticas.

Próximos passos

Após a sessão virtual, a Corte emitirá sua decisão sobre os embargos de declaração. Policiais militares condenados aguardam o desfecho, que não altera as penas impostas, mas busca maior clareza nas motivações judiciais. O julgamento ocorre em um momento de reflexão sobre os impactos dos atos de 8 de janeiro na sociedade brasileira.

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