segunda-feira , 29 junho 2026
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Prisão de técnico de enfermagem e colegas por mortes em UTI do Hospital Anchieta no DF

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Viaturas policiais em frente ao Hospital Anchieta no DF, relacionado a prisões por mortes em UTI.

Prisão de suspeitos por mortes em hospital

Um técnico de enfermagem e duas colegas foram presos em janeiro de 2026 sob suspeita de assassinar pacientes na UTI do Hospital Anchieta, no Distrito Federal. Os suspeitos, Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo, de 24 anos, Marcela Camilly Alves da Silva, de 22 anos, e Amanda Rodrigues de Sousa, de 28 anos, teriam administrado overdoses de medicamentos intravenosos para causar as mortes. As vítimas incluem João Clemente, de 63 anos, Marcos Moreira, de 33 anos, e uma professora de 75 anos, com óbitos ocorridos entre novembro e dezembro de 2025.

Detalhes dos crimes na UTI

Os crimes ocorreram na unidade de terapia intensiva do Hospital Anchieta, onde os pacientes estavam acamados e vulneráveis. De acordo com investigações, os suspeitos injetaram altas doses de medicamentos diretamente nas veias das vítimas. No caso da professora de 75 anos, os investigadores apontam o uso de desinfetante intravenoso, o que acelerou sua morte.

Prisão em Águas Lindas de Goiás

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) filmou a prisão dos suspeitos em suas residências, localizadas em Águas Lindas de Goiás, no Entorno do DF. A operação aconteceu em janeiro de 2026, após meses de apuração sobre as mortes suspeitas. Os detidos agora enfrentam acusações graves relacionadas aos homicídios.

Investigação em andamento

A motivação por trás dos atos permanece desconhecida, e as autoridades continuam a investigar possíveis conexões ou razões para os crimes. O caso chocou a comunidade médica e o público, levantando questões sobre a segurança em ambientes hospitalares. A PCDF deve divulgar mais detalhes conforme o inquérito avança, enquanto os suspeitos aguardam julgamento.

Impacto na saúde pública

Essas prisões destacam a necessidade de maior vigilância em UTIs e protocolos mais rígidos para administração de medicamentos. Pacientes e familiares expressam preocupação com a confiança em profissionais de saúde. O Hospital Anchieta pode enfrentar revisões internas para prevenir incidentes semelhantes no futuro.

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