Auditores tributários da Secretaria de Economia do Distrito Federal apreenderam mercadorias irregulares avaliadas em R$ 21,5 milhões durante fiscalizações realizadas ao longo de janeiro de 2026. As ações ocorreram em rodovias federais, armazéns e transportadoras no Distrito Federal, com foco em combater a sonegação de ICMS. Entre os itens retidos, destacam-se produtos de informática no valor de R$ 6,8 milhões, 68,5 mil latas de cerveja, suplementos, pilhas, confecções, açúcar, óleo de soja e bebidas, resultando em autuações e créditos tributários de R$ 6,7 milhões.
Detalhes das fiscalizações
As fiscalizações identificaram cargas sem documentação fiscal adequada, o que levou à retenção imediata das mercadorias. As operações mais recentes ocorreram nos dias 21 e 22 de janeiro, revelando infrações em transportes rodoviários e depósitos. Auditores atuaram de forma coordenada para inspecionar veículos e instalações, garantindo a aplicação de medidas contra irregularidades tributárias.
Impacto no combate à sonegação
O objetivo principal dessas ações é elevar a percepção de risco para sonegadores, protegendo o mercado interno e assegurando concorrência leal. Ao combater a sonegação de ICMS, as autoridades visam promover justiça tributária e equilibrar as condições para comerciantes regulares. Transportadoras e comerciantes afetados enfrentam autuações, o que reforça a importância da conformidade fiscal no Distrito Federal.
Consequências para o mercado
As apreensões afetam diretamente sonegadores e transportadoras envolvidas, gerando créditos tributários significativos para o erário público. Mercadorias como eletrônicos e bebidas, comuns no varejo, foram retidas para evitar prejuízos à economia local. Essa iniciativa demonstra o compromisso da Receita do DF em fiscalizar rodovias federais e armazéns, contribuindo para um ambiente de negócios mais justo.
Perspectivas futuras
Com o ano de 2026 em andamento, espera-se que fiscalizações semelhantes continuem para manter a vigilância contra irregularidades. As ações de janeiro servem como alerta para o setor de transportes e comércio, incentivando a adesão às normas fiscais. O Distrito Federal reforça assim sua estratégia de proteção ao mercado interno, promovendo transparência e equidade tributária.