terça-feira , 16 junho 2026
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Fonoaudiólogo preso em flagrante por estupro de criança autista em clínica no Guará

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Viatura da Polícia Civil em frente a clínica no Guará, representando prisão por crime grave.

Um fonoaudiólogo de 35 anos foi preso em flagrante na tarde de 3 de outubro de 2024, acusado de estuprar uma criança autista de 10 anos durante uma consulta em uma clínica particular no Guará, Distrito Federal. A mãe da vítima flagrou o suspeito em ato criminoso ao retornar à sala de atendimento. A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) e a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) foram acionadas imediatamente, contendo o homem que tentou fugir.

Detalhes do incidente

A mãe da criança saiu brevemente da consulta para ir ao banheiro, deixando o filho autista com o profissional. Ao voltar, ela encontrou o fonoaudiólogo com as calças abaixadas e a vítima sem roupas da cintura para baixo. Gritando por ajuda, a mãe alertou outros funcionários da clínica, que ajudaram a impedir a fuga do suspeito até a chegada da PMDF.

Resposta das autoridades

A PMDF prendeu o fonoaudiólogo em flagrante no local do crime. A criança foi levada para atendimento médico imediato, e um exame no Instituto Médico-Legal (IML) confirmou lesões compatíveis com estupro. A PCDF assumiu a investigação para apurar todos os detalhes do caso, garantindo que o processo siga os trâmites legais.

Consequências e contexto

O incidente ocorreu em uma clínica particular no Guará, região administrativa do Distrito Federal, destacando preocupações com a segurança em atendimentos médicos para crianças vulneráveis. O suspeito permanece detido, aguardando decisão judicial. Autoridades enfatizam a importância de denunciar abusos para proteger vítimas, especialmente aquelas com autismo que podem enfrentar barreiras na comunicação.

Implicações para a sociedade

Casos como esse reforçam a necessidade de protocolos rigorosos em clínicas de saúde, incluindo supervisão constante durante consultas com menores. A comunidade local expressou choque com o ocorrido, pedindo maior fiscalização em profissionais da área. A investigação continua, com foco em justiça para a vítima e prevenção de futuros incidentes semelhantes.

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