No Fórum de Planaltina, iniciou-se na manhã de segunda-feira, 13 de abril de 2026, o julgamento da maior chacina do Centro-Oeste, que envolve a acusação de assassinato de dez pessoas da mesma família. Os réus, Gideon Batista de Menezes, Horácio Carlos Ferreira Barbosa, Carlomam dos Santos Nogueira, Fabrício Silva Canhedo e Carlos Henrique Alves da Silva, enfrentam o processo judicial. A fase inicial foca na oitiva de 23 testemunhas, incluindo policiais e investigadores, com 12 depoimentos realizados no primeiro dia e 11 no segundo, estendendo-se ao longo da semana.
Detalhes da oitiva de testemunhas
Os trabalhos começaram com o depoimento de um agente da Polícia Civil, marcando o início da coleta de evidências orais. Essa etapa é crucial para que o júri avalie os relatos diretos das testemunhas. A sessão prossegue de forma organizada, garantindo que todos os depoimentos sejam ouvidos antes de avançar para as próximas fases.
No total, 23 testemunhas foram convocadas, abrangendo profissionais como policiais e investigadores que atuaram no caso. Essa diversidade de depoentes visa fornecer uma visão completa dos eventos que levaram à chacina. O processo ocorre no Fórum de Planaltina, local escolhido para abrigar o julgamento devido à sua relevância regional.
Próximos passos no julgamento
Após a conclusão da oitiva de testemunhas, o julgamento avança para o interrogatório dos réus, permitindo que eles apresentem suas versões dos fatos. Em seguida, ocorrem os debates orais entre a acusação e a defesa, onde argumentos serão expostos ao Conselho de Sentença. Essa sequência garante um processo justo e transparente, conforme as normas judiciais.
A decisão final caberá ao Conselho de Sentença, que deliberará com base nas evidências apresentadas. O caso, conhecido como a maior chacina do Centro-Oeste, continua a atrair atenção pública devido à gravidade das acusações. O julgamento deve se estender pela semana, com atualizações esperadas nos próximos dias.