sábado , 17 janeiro 2026
Início Economia Disputa judicial no Riviera Park Hotel barra entrada de hóspedes e envolve polícia em Caldas Novas
Economia

Disputa judicial no Riviera Park Hotel barra entrada de hóspedes e envolve polícia em Caldas Novas

49

A briga judicial entre proprietários do Riviera Park Hotel, em Caldas Novas (GO), e a administradora WAM Riviera Administração Hoteleira ganhou novo capítulo com o impedimento de entrada de hóspedes e convidados negociados diretamente com os donos dos flats. O episódio ocorreu na quarta-feira (19/11), véspera de feriado prolongado, quando turistas e familiares foram barrados pela administração, que exigiu novos procedimentos para aprovação de hospedagens. Segundo relatos de uma proprietária, a mudança incluiu a obrigatoriedade de envio de documentos com pelo menos três dias úteis de antecedência, o que pegou de surpresa quem já havia agendado estadias. A situação gerou caos e constrangimento, culminando na acionamento da Polícia Militar de Goiás para acalmar os ânimos, com relatos de pessoas vindas de longe sendo obrigadas a deixar o local sem acesso aos apartamentos.

Em defesa, a WAM afirmou em nota que não proibiu acessos arbitrariamente, mas identificou inconsistências documentais e violações judiciais em mais de 280 unidades, que proíbem locações de curto prazo fora do sistema autorizado, evitando o chamado “pool paralelo”. A empresa destacou que as medidas visam proteger proprietários que seguem a convenção condominial e garantir a legalidade das operações, reforçando controles para cumprir decisões judiciais. O impasse ocorreu um dia após o Tribunal de Justiça de Goiás revogar uma liminar e autorizar a Assembleia Geral Extraordinária (AGE) para votar a destituição da administradora, convocada pelo Conselho Consultivo e Fiscal dos proprietários devido à reprovação de contas e alegações de má administração.

A batalha judicial remonta a 2024, quando proprietários acusaram a WAM de limitar a liberdade de aluguel dos flats, obrigando-os a aderir ao sistema pool da empresa, o que a administradora nega, alegando proibição apenas de explorações irregulares. A AGE, prevista para 25 de novembro, segue em disputa, com a WAM questionando a validade da data no Judiciário, argumentando que a decisão judicial não autorizou uma nova assembleia. Proprietários relatam descobertas de irregularidades que escalaram o conflito, destacando a necessidade de deliberação coletiva para resolver os rumos do condomínio.

Conteúdo relacionado

Aparelhos de anestesia modernos em sala de cirurgia do Hospital de Base do DF, valorizados em R$ 1,2 milhão para modernização de cirurgias.
Distrito FederalEconomia

Hospital de Base do DF recebe aparelhos de anestesia de R$ 1,2 milhão para modernizar cirurgias

Hospital de Base do DF recebe equipamentos de anestesia de R$ 1,2...

Aeroporto de Brasília com aviões na pista e terminal moderno, eleito o segundo mais pontual do mundo pela Cirium.
Distrito FederalEconomiaPolítica

Aeroporto de Brasília é eleito o segundo mais pontual do mundo pela Cirium

Aeroporto de Brasília conquista o 2º lugar no ranking global de pontualidade...

Edifício do TCU em Brasília com vista para o Banco Central, representando suspensão de inspeção por falta de provas.
EconomiaPolítica

Ministro do TCU suspende inspeção no Banco Central por falta de provas e envia caso ao plenário

Ministro do TCU suspende inspeção no Banco Central por falta de provas...

Postos de gasolina em Brasília ilustrando denúncia de cartel de combustíveis no DF.
Distrito FederalEconomiaPolítica

Deputado Chico Vigilante denuncia cartel de combustíveis no DF ao Cade

Deputado Chico Vigilante denuncia ao Cade possível cartel de combustíveis no DF,...