Maria de Lourdes Freire Matos, de 25 anos, foi encontrada morta nas dependências do 1° Regimento de Cavalaria de Guardas (1° RGC), no Setor Militar Urbano, na tarde desta sexta-feira (5/12). A militar, que ostentava a patente de cabo e atuava como musicista no regimento, teve seu corpo descoberto em meio a um cenário de incêndio. Segundo apurações, o incidente ocorreu por volta das 16h, quando o Corpo de Bombeiros foi acionado para combater as chamas em um local com grande quantidade de material combustível. Ao chegarem, as equipes se depararam com uma intensa propagação de fogo e fumaça, o que demandou esforços para controle e resfriamento da área.
O 1° RCG emitiu uma nota de condolências em seu perfil no Instagram, destacando a dedicação e o profissionalismo de Maria de Lourdes Freire Matos durante sua trajetória na instituição. “O 1° RCG manifesta profundo pesar pelo falecimento da Cabo Maria de Lourdes Freire Matos, cuja trajetória na Instituição foi marcada por dedicação, profissionalismo e um compromisso exemplar com o serviço prestado na Fanfarra”, afirmou o comunicado. Da mesma forma, o Comando Militar do Planalto divulgou uma nota oficial expressando pesar pelo ocorrido, mencionado como tendo acontecido na tarde de quinta-feira, 5 de dezembro, e garantindo apoio à família da militar.
Durante a fase de resfriamento dos materiais atingidos pelas chamas, o corpo de Maria foi localizado já carbonizado, o que levou à imediata acionamento da perícia do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) e da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) para investigar as circunstâncias. O Comando Militar do Planalto informou que uma apuração interna foi instaurada para esclarecer os fatos, enquanto a família recebe o suporte necessário das autoridades envolvidas. O caso levanta questões sobre a segurança em instalações militares, especialmente em áreas com potencial de risco como depósitos de materiais inflamáveis, e deve ser acompanhado de perto pelas instituições responsáveis.