O Festival de Esportes Aéreos (FEA Brasília 2026) encerrou sua primeira edição no domingo, 9 de agosto de 2026, após cinco dias de programação intensa no Gramado do Eixo Cultural Ibero-Americano e na Torre Digital, em Brasília. O evento reuniu voos cativos de balão, demonstrações de BASE Jump, paramotor, aeromodelismo, apresentações culturais, feira de artesanato e shows musicais, aproximando o público de modalidades aéreas pouco acessíveis no dia a dia.
As atividades permitiram que visitantes experimentassem diretamente os esportes, com estrutura montada para receber famílias e curiosos de todas as idades. A iniciativa buscou popularizar essas práticas, movimentar a economia criativa e turística da capital e identificar novos talentos entre os participantes.
Atrações e programação do festival
Durante os cinco dias, o público pôde observar e participar de demonstrações variadas, incluindo voos cativos que ofereceram visão panorâmica da cidade. A programação também incluiu apresentações culturais e uma feira de artesanato, ampliando o alcance do evento além das modalidades esportivas.
Visão dos organizadores
De acordo com os realizadores, o festival nasceu com o propósito de aproximar a população dessas atividades. “O objetivo central do festival foi justamente a popularização dos esportes aéreos. Criamos uma estrutura que permitisse ao público conhecer de perto modalidades como balonismo, parapente, paramotor e paraquedismo. Ver as pessoas participando, lotando os voos cativos e se interessando por esse universo foi extremamente gratificante”, afirmou André Rangel, do Instituto IGA.
Relatos dos visitantes
Visitantes relataram a emoção de superar medos e descobrir novas perspectivas da cidade. “Valeu a pena combater o meu medo para conhecer esse céu de Brasília lá de cima. Foi tudo maravilhoso. Não me arrependo e quero andar de novo. O Lorenzo também estava com muito medo, mas quando desceu perguntou: ‘Já acabou?’. É uma experiência contagiante, você vê o céu, a cidade e tudo o que a natureza nos oferece”, disse Débora Marques. Bruno Dias, da Associação Brasileira de Paraquedismo, completou que o contato direto com atletas e praticantes pode despertar vocações: “A proposta sempre foi trazer a população para perto dessas atividades. Quando uma criança, um jovem ou um adulto tem a oportunidade de conversar com atletas, pilotos e praticantes, existe a possibilidade de despertar novos talentos. O festival nasceu com esse propósito.”