O candidato ao governo do Distrito Federal, Ricardo Cappelli (PSB), defendeu uma política de gestão democrática das escolas públicas que envolva professores, estudantes, responsáveis e a comunidade do entorno durante debate promovido pelo Sinpro-DF na segunda-feira, 21 de setembro de 2026. A proposta inclui a abertura das unidades nos fins de semana e sua integração com questões pedagógicas, de segurança e preservação, com base em experiências como as Escolas de Paz da Unesco e o programa Escola Bairro em Nova Iguaçu (RJ).
Experiências que inspiram a abertura comunitária
Cappelli relatou casos de sucesso em que as escolas funcionaram como equipamentos públicos de referência, criando vínculos entre moradores e o espaço escolar. Ele destacou que essa abordagem permite reduzir a violência no entorno e ampliar o uso das instalações além do horário regular de aulas. A iniciativa busca transbordar as atividades para fora dos muros, em parceria com a sociedade civil.
Objetivos centrais da gestão democrática
O plano visa fortalecer a participação coletiva nas decisões pedagógicas e administrativas, reforçando práticas já existentes no Distrito Federal. Cappelli afirmou que a gestão democrática extrapola o conteúdo curricular e inclui o planejamento conjunto com a comunidade. Essa estratégia, segundo ele, contribui para escolas integrais de qualidade.
Você tem uma gestão democrática não só no que diz respeito ao conteúdo pedagógico, ao planejamento pedagógico, à participação nas decisões, mas uma gestão democrática que inclusive extrapole os muros da escola
Ricardo Cappelli
Ele reiterou o apoio integral à gestão democrática para valorizar e ampliar ações existentes. Outra declaração reforçou o compromisso: “Conseguimos fazer escola integral, escola de qualidade, transbordando a escola para fora dos muros da escola, em parceria com a sociedade”. A proposta agora integra o debate eleitoral no Distrito Federal.