O desfile cívico-militar do Dia da Independência reuniu cerca de 7 mil militares das Forças Armadas e forças auxiliares na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, na manhã de 7 de setembro de 2026. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva revistou as tropas e acompanhou a passagem de 170 viaturas, 18 aeronaves e 25 bandas militares, além da apresentação da Esquadrilha da Fumaça e do sobrevoo de caças Gripen.
Detalhes da programação militar
O evento começou às 9h e contou com alas temáticas que destacaram a soberania nacional e a defesa da Amazônia. Delegações de países amigos também participaram da solenidade, que incluiu ainda programação cultural após o desfile. A organização priorizou a demonstração de capacidade operacional das tropas em um formato tradicional.
Presença de autoridades e forças
Ministros de Estado e representantes das Forças Armadas acompanharam o presidente durante a revista às tropas. Cerca de 7 mil militares atuaram na operação, que envolveu viaturas, aeronaves e bandas em sequência cronometrada. O formato reforçou a integração entre os diferentes ramos militares e as forças auxiliares.
Temas centrais da celebração
Além da soberania, o desfile abordou a Copa do Mundo de 2026 e ações de combate ao feminicídio. O ministro da Defesa, José Múcio, ressaltou o significado da data em sua fala.
A independência do Brasil é um valor que deve ser celebrada todos os dias, com o compromisso de defender a soberania e a democracia.
José Múcio
A programação reforçou o caráter cívico da data sem alterar o roteiro habitual dos desfiles realizados na capital federal.