sábado , 3 outubro 2026
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Sesc-DF realiza III Congresso de Educação em Ceilândia com debate sobre lacunas na educação pública

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Escola pública em Ceilândia com infraestrutura precária durante congresso de educação
Escola pública em Ceilândia com infraestrutura precária durante congresso de educação

O Sesc-DF realiza o III Congresso de Educação nos dias 23 e 24 de outubro de 2026, no Teatro Newton Rossi, em Ceilândia, Distrito Federal. O evento gratuito reúne profissionais da Rede EduSesc e do público geral para debater desafios contemporâneos da educação, como gestão de sala de aula, inclusão e o impacto da tecnologia nas práticas pedagógicas. Apesar da iniciativa, a realização de congressos pontuais evidencia a persistência de lacunas estruturais que afetam diariamente as escolas brasileiras.

Temas centrais do congresso

Palestrantes como Fabricio Carpinejar, Luiz Vicente Ferreira, Dani Freitas, Valther Maestro, Alberto Carneiro, Marta Relvas e Irene Reis abordarão questões do cotidiano escolar, incluindo atendimento a estudantes neurodivergentes e relações entre inovação e ensino. No dia 23, a programação fica restrita à Rede EduSesc, enquanto o dia 24 abre ao público geral. Essa divisão reforça a necessidade de ampliar o acesso a discussões que deveriam envolver toda a sociedade, não apenas segmentos específicos.

Como participar do evento

As inscrições devem ser feitas pelo site ce.sescdf.com.br. No dia 24, é exigida a doação de um quilo de alimento no local para entrada. O congresso busca promover trocas de experiências e práticas educacionais mais inclusivas, conectadas às transformações sociais, mas a exigência de doação pode limitar a participação de quem enfrenta maiores dificuldades econômicas.

Desafios que persistem na educação

Eventos como este destacam a urgência de atualizar métodos de ensino em um cenário marcado por desigualdades e rápidas mudanças tecnológicas. Profissionais da educação precisam de espaços constantes de formação, não apenas encontros anuais, para enfrentar realidades como a neurodiversidade e a gestão inclusiva de salas de aula. Sem políticas públicas mais consistentes, congressos isolados correm o risco de não gerar transformações duradouras.

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